Sobre a Colecção Caminhos da Arte portuguesa no Século XX
As palavras da Editorial Caminho:
Para a Editorial Caminho, a publicação desta colecção representa um grande esforço e uma grande responsabilidade. Não é fácil, num país como o nosso, construir tudo isto desde a raíz, com dificuldades de todo o tipo, com a pressão dos prazos a cumprir, e ao mesmo tempo recusar as soluções fáceis [...]. A filosofia foi outra: se aceitamos o projecto, temos que fazê-lo bem feito. [...] Contamos com a adesão do público, para quem, afinal, tudo isto é feito.
As palavras de Bernardo Pinto de Almeida (co-director da Colecção):
O importante é que a partir de agora, o público em geral e os estudantes em particular podem ter acesso a um conjunto significativo de monografias de grande qualidade de texto, gráfica e de impressão, que o ajudará a esclarecer-se sobre estes artistas e sua importância, assim como familiarizar-se com uma multiplicidade de discursos críticos que lhe tornam mais acessível a compreensão do fenómeno. Bernardo Pinto de Almeida, JL - Jornal de Letras Artes e Ideias
As palavras dos críticos:
Pelas 72 páginas de cada volume encontramos um trabalho meticuloso, análise crítica, informação objectiva, forma e conteúdo de superior qualidade. [...] um percurso pela cultura portuguesa, que passa a ser imprescindível em qualquer lar e em qualquer escola. Kaminhos Magazine
São livros de formato agradável em que um texto de crítica e biografia precede um conjunto significativo de reproduções da obra. [...] Mas este conjunto de livros é também a confirmação de novos movimentos e tendências na crítica artística portuguesa [...]. Eduardo Prado Coelho, Público
E fiquei, noite dentro, lendo o que Leonor Nazaré, atenta, claramente escreve sobre Ângelo, raro texto. Como já há uns dias me entusiasmara com o que Margarida Acciauioli escreveu no surpreendente volume sobre Fernando Lemos [...], ou o Carlos Vidal sobre Jorge Pinheiro que tão mal conheço. Terá então chegado [...] a altura de conhecermos - e bem - os artistas, de irmos arrumando a vista? Jorge Silva Melo, Público
A colecção Caminhos da Arte Portuguesa no Século XX tem o evidente mérito de orientar o efeito Taschen para o território dos bens nacionais, candidatando a um espaço condigno no campo da cultura geral toda uma vasta galeria dos nossos artistas e na sua maioria ainda nossos contemporâneos. [...] Mais histórico-biográficos uns, mais ensaísticos outros, mais chegados à releitura da fortuna crítica dos artistas ou mais dados à teoria, os volumes também asseguram [...] uma larga representatividade das áreas críticas e da investigação em português. Alexandre Pomar,Cartaz/Expresso